A maioria desta informação divulgada é falsa ou pelo menos pouco rigorosa.
Fico novamente surpreendido com estas interpretações sensacionalistas elaboradas por supostos profissionais da comunicação social que já nos habituaram a duvidar de tudo o que afirmam.
(basta comparar as listas para verificar que pelo menos uma delas não é séria) .
Julgo mesmo que quem escreveu alguns destes artigos revela uma total incompetência para lidar com este assunto.
Mas o que mais me espanta é que, novamente, os dados que são fornecidos aos meios de comunicação não são simultaneamente divulgados publicamente na DGIDC na estatística ENES, tornando impossível rebater qualquer notícia menos correta por eles emitida.
Claro que logo que esta instituição se digne a facultar os dados a todos os que a suportam pelos impostos que pagam eu elaborarei a minha interpretação mais ou menos válida, mas certamente com melhores referências e fundamentos que os jornalistas nada referem nem evidenciam.
As referências podem ser consultadas clicando nas imagens:








































