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27 de junho de 2014

Enunciado da Prova 2014 e Critérios de Classificação (com tabela)


Enunciado do exame de Geometria Descritiva

Critérios de Classificação

Grelha para avaliares a tua prova (a tabela será melhorada)

Notas sobre a Prova (em construção)

Proposta de Resolução Exame Nacional Geometria Descritiva 2014 - 1.ª fase - Q1

Geometria Descritiva A 708 | Prova - Critérios de classificação
Como os Dados foram simpáticos aproveitamos de determinamos de imediato as direções notáveis do plano (ou melhor ... dos planos).
Bastou então representar os traços do plano teta, contendo uma reta "n´" que passa em "P", com a direção horizontal sendo os traços paralelos às direções notáveis do primeiro plano :-)

Proposta de Resolução Exame Nacional Geometria Descritiva 2014 - 1.ª fase - Q2

Geometria Descritiva A 708 | Prova - Critérios de classificação
Como uma das retas é frontal, serve bem como eixo de rebatimento. Bastou então rebater ou rodar um ponto "A" da segunda reta para conseguir projetar em VG o ângulo em causa.
Claro que há quem goste que inserir um outro eixo de rotação, deve ser para tornar este exercício um pouco mais complicado, confuso, trabalhoso, difícil e ... enfim :-) seguir as orientações com palas.

Proposta de Resolução Exame Nacional Geometria Descritiva 2014 - 1.ª fase - Q3

Geometria Descritiva A 708 | Prova - Critérios de classificação
 Onde está o vértice ?

Proposta de Resolução Exame Nacional Geometria Descritiva 2014 - 1.ª fase - Q4

Geometria Descritiva A 708 | Prova - Critérios de classificação

11 de junho de 2014

30 de abril de 2014

Simulação Exame - Item 3

Represente, pelas suas projeções, o sólido “truncado” resultante da secção produzida pelo plano de topo θ (teta) numa esfera, de acordo com os dados abaixo apresentados.

           Ponha em destaque, a traço mais forte, a parte do sólido delimitada  pelo plano secante e pelo plano horizontal de projeção.

Preencha a tracejado a figura da secção.


A esfera tem como centro o ponto C(6;5;4) e é tangente ao plano horizontal de projeção.

O plano de topo θ contém a origem das coordenadas e faz um ângulo de  45ºae (abertura para a esquerda) com o plano horizontal de projeção.


Simulação Exame - Item 2

Determine graficamente a verdadeira grandeza da amplitude do ângulo f formado entre o plano b e o eixo x (eixo coordenado)

O plano b contém a reta "d" como uma das suas retas de maior declive,

A reta “d é definida pelos pontos M(0;3;4) e N(3;6;1)



Simulação Exame - Item 4

Construa uma representação axonométrica oblíqua (clinogonal) em projeção planométrica (militar), de um sólido situado no 1.º triedro, composto por dois prismas regulares, de acordo com os dados abaixo apresentados.
Destaque a traço forte, no desenho final, o traçado das arestas visíveis do sólido resultante e a traço interrompido as suas arestas invisíveis.
Dados:
Sistema axonométrico:
Projeção Planométrica

O eixo axonométrico
z faz ângulos de 130º e de 140º com os eixos axonométricos x e y, respetivamente;

As projetantes fazem ângulos de 60º com o plano axonométrico.
Nota: A orientação dos eixos deve ser representada em sentido direto (contrário aos ponteiros do relógio) sendo o eixo z orientado positivamente para cima, o eixo x orientado positivamente para a esquerda e o eixo y orientado positivamente para a direita.

Prismas:
– os dois prismas têm uma
aresta em comum definida pelo segmento [AB] cujos extremos são os pontos A(2;6;4) e B(2;0;4)

Prisma quadrangular regular :
– uma das suas bases situa-se no plano coordenado horizontal
xy

Prisma triangular regular :
– uma das suas
bases situa-se no plano coordenado frontal xz e os seus lados medem 9

– a face lateral que contém o segmento [AB] é horizontal
 


21 de dezembro de 2013

Informações Exames 2014 - Gave

Foram divulgadas as informações para os próximos exames nacionais.

Consulte : Informações Exames 2014 - Gave

1.ª fase: 27 de junho 9:30
2.ª fase: 18 de Julho 9:30

O documento com as informações relativas à disciplina de Geometria Descritiva A foi copiado para aqui, não vá ele desaparecer da fonte oficial :-)

17 de julho de 2013

Proposta de Resolução Exame Nacional 2013 - 2.ª fase - Q1



Determine as projeções da reta passante s, perpendicular à reta r no ponto A.


Dados
− a reta r é passante e está definida pelo ponto A com 2 de abcissa e 3 de cota e pelo ponto B do eixo x com 7 de abcissa;
− a projeção horizontal da reta r faz um ângulo de 50°, de abertura para a direita, com o eixo x.


 

Pelo ponto “A” passamos uma reta horizontal “n” perpendicular à reta “r”
Colocamos um plano teta contendo a reta anterior (n) e também ele perpendicular à reta “r”
Todas as retas do plano teta são ortogonais à reta “r”, as que passam em "A" são perpendiculares a "r"
Como se pretendia uma reta “s” passante bastou encontrar o ponto do plano teta que pertence ao eixo dos “x” que, conjuntamente com o ponto “A” definem a reta “s” pretendida


Como se pretendia uma reta “s” passante perpendicular a uma “r” também passante, logo consideramos um plano passante.
Assim, rebatemos (ou melhor, rodamos) esse plano levando o ponto “A” e a reta ”r” para o plano frontal de projeção.
Com estamos, agora, em verdadeira grandeza, podemos fazer passar a reta “s” pelo ponto “A” perpendicularmente à reta “r” (em verdadeira grandeza, claro)
Encontramos assim o ponto do eixo do “x” da reta “s”, e como este se situa na charneira, acaba por ser válido também para as projeções, definindo ele próprio, com o ponto “A” a pretendida reta “s”
___________
Sobre os critérios de classificação:
Não sei o que vale uma das projeções de uma reta perpendicular em "A" à reta "r" sem a representação da outra projeção. É mesmo um "nosense" se as projeções dessa reta forem ambas perpendiculares às projeções da reta "r" deveriam ser cotadas as duas projeções, apenas uma ou nenhuma ? (na minha vontade nenhuma já que a reta não é realmente perpendicular)

Proposta de Resolução Exame Nacional 2013 - 2.ª fase - Q2



Determine, graficamente, a amplitude do ângulo formado pelos planos δ e θ.
Dados
o plano δ é vertical, contém o ponto M do eixo x com –3 de abcissa e faz um ângulo de 60°, de abertura para a direita, com o Plano Frontal de Projeção;
o plano θ é de topo, contém o ponto N do eixo x com 3 de abcissa e faz um ângulo de 60°, de abertura para a esquerda, com o Plano Horizontal de Projeção.



Por um ponto (qualquer) “A” passamos uma reta horizontal “n” perpendicular ao plano delta e uma segunda reta frontal “f” perpendicular ao plano teta.
Para evitar que nos venham falar de “falta de notações” em vez de rebater optamos por rodar o ponto “H” da reta “f” em torno da reta “n” para uma posição de cota igual à mesma reta tornando assim o ângulo na sua posição de verdadeira grandeza.

Claro que rebater é exatamente o mesmo que rodar, mas há quem sinta a necessidade da representação de um plano :-) no primeiro caso


Nesta proposta optamos por representar um plano alfa perpendicular aos dois planos delta e teta.
Encontramos as retas “a” e “b”  resultantes da intersecção desse plano alfa com os anteriores.
Rebatemos o plano alfa conjuntamente com as retas “a” e “b” obtendo assim a verdadeira grandeza do ângulo ou melhor, da amplitude do diedro … ou melhor, … desta o pedido foi mesmo a amplitude do ângulo :-) Ok.